1.1.12

E a vida o que é? Diga lá, mermão!

Chegou o ano novo! Que bom! Mais uma dúzia de meses pra gente tentar fazer coisas melhores, de jeitos melhores.
Embora - e cada vez mais tenho consciência disso - não adiante a gente planejar muito, não. A vida é danada, não segue roteiro nem calendário.

Rèveillon, por exemplo: quem achou que ia ser esse dilúvio em Floripa? Eu passei a virada só com a minha mãe, numa casinha alugada lá no sul da Ilha. Imagina quem se planejou o ano todo, viajou pra cá, comprou saltão meia pata, fez chapinha? E quem viajou do interior pra vir aqui pular sete ondas? A vida decide, a gente só se adapta.
Hoje, por exemplo, primeiro dia do ano. Meu plano era almoçar e dormir, pra recomeçar firme amanhã no batente. Mas calhou de faltar luz logo ontem à noite, logo na praia mais badalada, logo na casa do colunista mais pop, logo na hora da virada. A culpa não é minha, mas fiquei das 14h às 18h na função de apurar o caso, e liga pra um, liga pra outro. Fazer o que?
Pelo menos serviu de pretexto pra eu voltar a escrever no blog. Agora, SE eu vou conseguir manter a atualização em 2012, nem vou prometer. Deixa a vida me levar!

Mas uma receitinha pro ano novo eu bolei:
2012 5S
Saúde
Suce$$o
Sorte
Sexo e
Sossego

#ficaadica

Beijos e muito amor no coração!

15.10.11

Confissões de uma workaholic

O ano se encaminha pros finalmentes e estou começando a admitir que me passei um pouco em termos profissionais. Pra perseguir os resultados do jeito que eu queria, consegui coisas bem legais sim, mas também tendinite e insônia crônicas. Essa semana, quatro noites muito mal dormidas. Tenho aulas de pilates pagas até 2050, meu compromisso é ir uma vez por semana, mesmo assim não consigo.
Por mais que eu me esforce, nunca acho que tá bom. Olho em volta e não vejo mais ninguém assim. PRECISO mudar. Só não sei como...

21.8.11

Quando eu voltar pra privada

A faculdade de jornalismo foi a porta que se abriu pra que eu começasse a conhecer sobre comunicação. Logo no início, desanimada com os salários e horários das redações, me aventurei pela comunicação visual, mas não era minha praia. Gosto é de letrinhas. Trabalhei com clipagem, com os famosos "jornaizinhos" de empresa, fui até empresária do ramo! Tive meu próprio jornal por uma ano e meio: O Peixe Fresco, jornal do Mercado Público Municipal. Me formei em jornalismo. E só. Tanto que resisti bastante até aceitar o primeiro trabalho de assessoria de imprensa. Na minha época de recém-formada, jornalista que ia trabalhar em assessoria era como advogado que ia atuar em porta de cadeia. Como todo preconceito, burro.

Nas assessorias comecei a ver mesmo como funcionam os jornais. E em alguns casos é uma coisa tipo salsicha, melhor nem saber como se faz. Depois de seis anos assessorando empresas privadas, aprendi bastante coisa. Uma delas foi que comunicação e jornalismo não são a mesma coisa. Jornalismo é UMA forma de comunicação, mas definitivamente é pouco pra quem precisa trabalhar no mundo real. Até a minha época, pelo menos, éramos formados pra ser empregados ou prestadores de serviço. Empreendedores, nem pensar. Mas isso é assunto pra um blog inteiro...

Foi então que o destino e um telefonema do meu amigo Chico Sander me conduziram ao setor público. Selecionada numa entrevista, comecei a trabalhar numa secretaria de Estado, no caso, de Planejamento. Não tinha notícia pra mandar todo dia pra imprensa, mas eu era obrigada a cumprir meu expediente. Que tal então um jornal pros funcionários? Funcionou super bem. Tanto que levei a prática depois pra secretaria de Agricultura - lá o bicho literalmente começou a pegar - e depois pra Fazenda.

Foram cinco anos ralando bastante pra tentar desmistificar aquelas inverdades de que serviço público não presta e funcionário público não faz nada. É como em todo lugar, tem os bons e os ruins. E se trabalha pra caramba! A Fazenda, por exemplo, me dava bem mais trabalho que os oito clientes que cheguei a atender simultaneamente na iniciativa privada. A demanda da imprensa é enorme, e o assessor tem que mostrar serviço em dobro pra provar que as coisas funcionam. E tem os servidores, que quando começam a conhecer as possibilidades de canais de comunicação, querem mais e mais.

No começo desse ano, após cinco anos no Governo, fui convidada pra ir trabalhar na Celesc. Confesso que achei que seria mais leve que a Fazenda. Ledo engano. Ali eu tenho que coordenar uma equipe , prestar conta pra quase quatro mil empregados, planejar, decidir, executar - e o mais difícil: planejar. Tudo aquilo que a gente não aprendeu no curso de jornalismo: administração, gerenciamento, marketing, comunicação interna, relações com a imprensa e com os diversos públicos que interagem com a organização. Fazer jornal é só uma pequena parte do todo. O desafio tem absorvido a maior parte da minha energia - principalmente porque está coincidindo com o término da pós graduação que comecei ano passado, em gestão da comunicação pública e empresarial. Mas é um aprendizado que não tem preço. Depois de conviver de perto com o funcionamento do sistema tributário do Estado, agora estou vendo por dentro como funciona uma grande estatal, com interesses público, privados, sociais.

Minha prioridade tá sendo aproveitar bem essa escola, por isso os longos abandonos ao blog. Mas é um aprendizado que não tem preço e vai deixar bastante saudade se um dia eu voltar pra privada : )

Aliás, minha tese defende a valorização da comunicação interna. Não adianta investir rios de dinheiro em publicidade se os teus funcionários só espalham desinformação.

Bom, escrevi tudo isso porque ontem, no twitter, meu colega Magoo tava indignado porque um professor dele disse que jornalismo e comunicação não eram a mesma coisa. Captou, @Alebonassoli?

3.8.11

Que bom, né, gente?

Essa frase do título é uma piadinha interna da viagem do ano passado, que a gente fez num grupo de amigos pra Europa (como é bom poder dizer isso!). Mas virou bordão cada vez que tô me sentindo bem.
Ontem eu estava um trapo humano, pós insônia, dor nas costas, velha coroca. Hoje depois do trabalho e depois do pilates me dei de presente uma sessão de osteopatia - nunca tinha feito. Foi um festival de crecs, mas o bem estar depois...
Depois uma sopinha, internet e agora um pedacinho do Chegadas e Partidas, do GNT, que eu adoro. Inclusive no bloco anterior tocou uma musiquinha tão bonitinha... Segue a letra, pra embalar a noite de sono que me espera:

Grão de Amor
Tribalistas
Me deixe sim, mas só se for
Pra ir ali e pra voltar
Me deixe sim, meu grão de amor
Mas nunca deixe de me amar
Agora as noites são tão longas
No escuro, eu penso em te encontrar
Me deixe só até a hora de voltar
Me esqueça sim. pra não sofrer
Pra não chorar, pra não sentir
Me esqueça sim, que eu quero ver
Você tentar sem conseguir
A cama agora está tão fria,
Ainda sinto seu calor
Me esqueça sim
Mas nunca esqueça o meu amor
É só você, que vem no meu cantar, meu bem
E só pensar que vem, lara ra ra
Me cobre mil telefonemas
Depois me cubra de paixão ..
Me pegue bem
Misture alma e coração.

BOA NOITE!

26.7.11

Ho mancanza

Isso aí no título significa "sinto falta", em italiano. Ando sentindo falta de escrever aqui. Parei logo depois que mudei de emprego, no começo do ano. Me preveniram tanto pra tomar cuidado que dei um tempo - e aí foi que nem academia: depois que pára, pra voltar é um parto. Mas agora, mesmo com uma baita responsa no trabalho e o finzinho do meu curso de pós, vou ver se volto aos pouquinhos.

Nesses meses sem escrever, muita coisa aconteceu. Mas eu continuo sendo uma pessoa privilegiada: não rôo unha, não fumo, como o que quero e não engordo, acredito em justiça divina, quero bem a muita gente, não guardo rancor e sei que tudo que sei é que nada sei. E, especialmente, gosto do que faço.

Então vou me dar ao luxo de escrever uma besteiras aqui quando der vontade - até porque minha memória é péssima e esses alfarrábios podem ser úteis pra refrescar as lembranças quando eu estiver (mais) velhinha. Se alguém não gostar, favor dirigir-se ao próximo blog : )



Il ritorno di Ulisse
©Arianna Papini

9.7.11

Oi gente!

Nada importante não, só umas bobagenzinhas pra compartilhar e quebrar o gelo dos dedos, nessa onde de frio que não fazia há quase cinquenta anos:

- Ontem à noite vimos uma mulher usando pantufas roxas de hipopótamo. No supermercado!
- Uma mulher, que eu não conheço, me ligou chorando porque tinham cortado a luz da casa dela. Conseguiu meu celular ligando pro jornal.
- Recebi por engano uma mensagem no celular, me convidando pra ir comer pudim de queijo em Criciúma e me chamando de gordinha ; )
- E hoje, na feira, ao ouvir uma freguesa reclamando do abacate muito verde, o feirante deu a receita: coloca um pouquinho no microondas. Se não amadurecer, explode!

Por enquanto continuo abreviando besteiras lá no tuíter: @alinecvaz. Bjs!

21.2.11

Só pra avisar

Caso alguém ainda passe por aqui: esse blog estará de férias enquanto eu não estiver.

(a não ser que aconteça algo muito, muito, muito importante)

6.2.11

Dueto

Uma palhinha

Boa sorte!



Acompanhei nas últimas semanas os protestos contra a realização do show do Ben Harper no Campeche. Olha, adiantou muito. Com certeza a organização se esforçou mais do que o programado pra garantir a organização que o evento teve. Pelo menos hoje, domingo. Chegamos e saímos sem enfrentar fila, não vimos briga, nada de errado.
A gente nem tinha ido atrás de ingresso, fomos pensando em ouvir da praia. Eis que surge um amigo de uns amigos, que já tinha visto o show e nos ofereceu as entradas.
Foi muito bom, pouca gente e muito alto astral. O povo vibrou com "Diamonds on the inside", com "Boa Sorte", dueto com a Vanessa da Matta, e com a versão do Ben Harper pra "Under Pressure", do Queen e David Bowie.
Chave de ouro pra fechar essa semana e começar a próxima.

27.1.11

Business, family, friends

Bah, às vezes fico tanto tempo sem conseguir blogar, que quando volto parece que tô reencontrando um amigo pra contar as novidades.

Menos de um mês de emprego novo e tô trabalhando que nem louca. Mas gostando muito.

Ontem foi um dia muito legal, diferente. Acordei às 5h e fui pra São Paulo participar de uma série de reuniões com analistas de mercado especializados no setor elétrico. É que agora tô numa empresa do setor e preciso me familiarizar com um mundo novo de informações - não só sobre geração e distribuição, mas sobre mercado financeiro. Confesso que a princípio não queria ir, mas trabalho é trabalho e lá fui eu achando que seria roubada. Pois voltei empolgadíssima, pensando até em mudar o tema do meu trabalho de pós e falar sobre comunicação com o mercado financeiro. Veremos. O engraçado é que nesse meio, a cada meia dúzia de palavras, uma é inglês. Só dá CEO, IPO, pay out, ebtda e coisarada.

Entre uma reunião e outra, consegui encontrar a tia e a prima do Gu, que rodaram meia hora pra me encontrar por 2 minutos e me entregar uma sacola cheia de presentes de natal que estavam lá guardados pra nós.

E hoje chego em casa tem um presente dos amigos Carol & Rodrigo: um livrão todo cheio daquelas esculturas de papel que saltam das páginas, o Diário das invenções de Da Vinci.

Sem falar das sobremesas-surpresa que o Gu colocou na geladeira.

Foi uma semana cheia de presentes. E amanhã é sexta-feira!

22.1.11

Quanto mais, menos

Chove que é uma coisa. E eu acordo com o barulho, e penso nas casinhas que estão caindo, nas pessoas que estão ficando desabrigadas, nos morros que estão desabando, e já passo pro texto que faltou escrever, pra agenda da outra semana, do compromisso do fim de semana e lá se foi o sono de novo. Tem acontecido com certa frequência. E geralmente, quanto mais cansaço, mais insônia. Tipo bola de neve.
A semana foi puxada no trabalho e esse começo tem tudo pra ser assim por um bom tempo. Muita responsa. Mas tem sido gratificante.
O problema é que todo final de tarde fico arrasada fisicamente. E desconfio que não é só cansaço físico. Sabe quando a gente se sente meio por um fio, sem energia?
Não vejo a hora de voltar ao Nosso Lar pra tomar um daqueles passes maravilhosos...

16.1.11

Mamãe batuta

Minha mãe tem todas as virtudes do mundo, mas não é lá muito atenta - o que de vez em quando é diversão garantida.
Um tempo atrás estávamos no carro e ela tirou um flyer da bolsa pra mostrar pro Igor. Era de um show do rapper Fifty Cent (escrito 50 cent): "olha, vai ter esse show internacional a preço simbólico, só cinquenta centavos!".
Outro dia ela entrou num banheiro de um restaurante, daqueles cheios de espelho e tinha uma mãe trocando o bebê. Ela viu aquela imagem refletida e exclamou: "Ai, quanto neném!". Ainda bem que a mulher era gringa, não entendeu nada.
Semana passada ela se mudou e resolveu acender uns incensos pra aromatizar o novo lar. Por engano, acendeu uma daquelas velinhas mágicas de aniversário, foi aquele escândalo de faísca e ela dá-lhe rir da própria cara.
E hoje, fui com ela pegar uma praia no final, de tarde. Teve um momento em que ela comentou: "Nossa, tá fazendo 33 graus". Tava quente, mas não tanto. Mas ficou por isso mesmo. Na volta vi a placa de um bar no caminho. O NOME do bar era 33º...
Valeu, mãe! Tive a quem puxar...
; )

10.1.11

Alguém me avisou pra pisar nesse chão devagarinho

Quando os desafios parecem muito grandes, restam duas opções: recuar ou enfrentar. Claro que fico com a segunda opção, mas é preciso muita calma nessa hora. Nessas primeiras semanas do ano tenho tido uma grande oportunidade de conhecer coisas, informações e pessoas novas. A estranha no ninho sou eu, então uma certa resistência é inevitável.
Peço a Deus pra manter minha mente e meu coração abertos, e acho que um banhozinho de sal grosso também não vai fazer mal!
; )

4.1.11

Abrindo os trabalhos

Faz dias que tô pensando sobre o que escrever no primeiro post de 2011, mas não cheguei a nenhuma ideia brilhante. A cada ano a passagem do ano tem significado pra mim menos ritual e mais agradecimento, reflexão. Não costumo planejar, fazer listas, nada disso. Até porque as coisas tem acontecido tão rápido pra mim que nem dá tempo.
O blog ficou meio abandonado em 2010, tenho vontade de escrever mais em 2011 - mais crônica e menos "meu diário". Mas não prometo nem pra mim.
Como mencionei umas semanas atrás, estou de trabalho novo e empolgadíssima. Só esperando oficializar no cargo pra colocar as manguinhas de fora. Essa semana é ouvir, estudar, observar.
Apenas pra registrar, a passagem de ano e o Natal correram maravilhosamente bem, com direito a dez dias de descanso numa casa à beira mar com pessoas amadas - incluindo um dia inteirinho junto de amigos queridos.
Até pensei em escrever uma retrospectiva, como fiz em outros anos. Mas ou tava com preguiça de computador, ou com a cabeça no novo trabalho. Então deixa rolar.
FELIZ ANO NOVO!

25.12.10

Pode vir, 2011!

O Moacir Pereira publicou no blog dele e eu reproduzo aqui o texto do médico e escritor espírita Ricardo Di Bernardi. Concordo com tudo e mais um pouco!

“Mais um ano, 2011
Apenas uma marca, uma referência?…
Pouco importa! Nós acreditamos no progresso!

Reflexos atávicos?
Símbolos, arquétipos, condicionamentos, lugares-comum…
Pouco Importa! É um marco, um apoio aos nossos projetos!

Calendários e datas alteradas no decurso da história…
Até o horário da virada é o de verão. Diz-nos a razão!
Pouco Importa! Nós fazemos o tempo e a hora do nosso coração.

Há quem desejaria que mais um ano não viesse…
A velhice está chegando!
Pouco Importa! Há o futuro no sorriso dos netos!

Há problemas, dores, comemorações violentas…
Mais um ano de dificuldades?
Pouco Importa! Estou vivo, amarei a vida que é nobre e colorida.

Há quem desejaria fazer o tempo parar, voltar atrás…
O horizonte é escuro…
Pouco importa! Na luz do amanhecer estaremos sorrindo!

Há desmatamentos, poluição…
O que será do futuro?
Pouco Importa! A natureza é bela! Ecologistas e ONGS proliferarão!

Desmandos, corrupções, falsidade… Um sono milenar de infantilidade…
Em quem acreditar?
Pouco Importa! Já vemos que o homem desperta para a Justiça Social!

Festas de erros velhos com roupagem nova …
Por que nos enganamos?
Pouco importa! A cada tombo somos mais maduros e prudentes!

Homens sem escrúpulos tosquiam ovelhas inocentes…
Fazendo de Deus um triste comércio!
Não importa! A Lei Universal não está em livros, mas na consciência!

Gestos incolores de pálida compreensão…
Homens de mentes nubladas conduzem a sociedade?
Não importa! Estão aí as crianças de alma arco-íris e pensamento de cristal!

A felicidade não está fora, mas dentro de nós ! Feliz Ano Novo! ”

23.12.10

Tranquila, levo a vida tranquila

Uma brisinha fresca invade a sala enquanto escrevo e observo minha mãe e a prima dela preparando um risoto e um pudim assa no forno. O Gu abre um vinho branco pro risoto e a gente aproveita pra bebericar.
Antes caminhamos pela praia, dormimos, almoçamos pastel de camarão e peixe com pirão. Não sei que horas são, que horas vou dormir hoje ou acordar amanhã.
Estou de férias por dez dias. Só por isso valeu a pena ralar o ano inteiro. Obrigada, Senhor! E hoje é só o primeiro dia...

13.12.10

Tocando em frente



Tá chegando a hora de fazer o que eu já sabia que seria difícil. Dizer ao povo que não fico. Depois de quatro anos e quatro meses, voumimbóra da Secretaria da Fazenda. Vou porque quero e porque recebi um convite irrecusável, mas mesmo assim a despedida vai ser difícil.
Talvez por conta da instabilidade, da tensão constante, os laços que amarrei por lá ficaram apertados que só, e na hora de desamarrar sei que vou ficar toda amassada.

Quando cheguei, era uma ignorante completa no mundo das finanças públicas, e agora tenho o privilégio de saber um pouquinho de receita e despesa e muito de amizade, confiança, amadurecimento profissional e companherismo. Não vou pra muito longe, mas sei que depois de um tempo a gente acaba engolida pela rotina e não consegue manter o mesmo contato. Mas quero muito tentar levar pra vida fora dali o que aprendi ali dentro.

A minha grande sorte é que no novo trabalho também vou ter em volta pessoas que eu já conheço - da própria Secretaria - e vai ser muito bom. Vou pra Celesc, rumo à luz.
No meu lugar fica a competente colega Adriana Baldissarelli. Já estamos fazendo a transição, vou passar tudo o que puder. Ela é um amor, tanto que já se deu super bem com os colegas que eu já apresentei.
Mas que bate um ciuminho, ah, isso bate!
; )

E o título do post é o mesmo de uma música linda que eu gosto de ouvir na interpretação da Bethânia. Gosto principalmente da última parte:

Cada um de nos compõe a sua história, cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz, e ser feliz

Para o Maneco da Dinda

Amanhã, dia 14, é aniversário do meu afilhado, que conheci nenê e que vai se formar por esses dias. Sim, tô velha. Mas o que interessa é que ele virou um "menino" muito do bem. Escolheu uma profissão que infelizmente não tem um grande status: professor. E nisso ele apostou todas as fichas, ralou e hoje é um dos professores de cursinho mais desejados (em vários aspectos!) na nossa cidade natal, Santa Maria. Agora vai se formar em Letras/Português. Além de meu afilhado, ele é meu primo-irmão e filho da minha madrinha, que é minha tia e irmã da minha mãe. E pra ele eu desejo aquilo tudo que a gente pode querer de bom pra alguém. Apesar dos seus vintepoucos anos e do seu 1,75m (é isso?) ele sempre vai ser pra mim o Maneco da Dinda.
Como a gente tá na correria e quase não consegue se falar, reproduzo uma frase dele no msn esses dias: "não tempo pra nada mas ainda te amo". A recíproca é verdadeira.



(Mano e Mingau)

12.12.10

Agora sim

Depois de umas semanas emendadas de trabalho, nesse findi consegui descansar e colocar a vida em dia. Teve encontro de família, caminhada na praia, compras de natal, dormida depois do almoço. Tô pronta pra mais uma segunda-feira.