27.4.10

Injustiça com o bichinho

Finalmente mandamos nossa declaração do imposto de renda. O Gu, né? Por que eu, apesar de trabalhar na Fazenda, não gosto nada de preencher aqueles formulários todos. Coisinha chata.
Só não sei porque vincularam o imposto à imagem do leão. Um bicho tão bonito, tão soberbo...pior que isso, só ser símbolo do Avaí!
Pobre do bichano.



Em tempo: O leão foi usado pela primeira vez numa campanha publicitária da Receita Federal, em 1979, e imediatamente, caiu no gosto popular e passou a fazer parte do imaginário coletivo como sinônimo do órgão. Na época, o animal foi escolhido pelos marqueteiros por suas características biológicas e literárias: considerado rei dos animais, animal justo, não ataca sem aviso e é leal. Apesar da Receita não usar mais este símbolo, a imagem do leão ficou para sempre associada ao IRPF. As informações são do portal vocesabia.net

25.4.10

Estupidez não tem limite

Quando a gente pensa que a farra do boi é o cúmulo do cúmulo, aparece a tal puxada de cavalos. Mais vergonha pro nosso Estado. Muito bom o texto da Mari sobre o assunto, recomendo.

Lista de pautas para os próximos posts

As aulas
A dispersão numa turma (quase) só de mulheres
O livro
O concurso
e (talvez) a viagem

Foi sem querer querendo

Ontem não postei nada aqui no blog, mas foi por um bom motivo: tava paparicando a minha mãe.
O Gu foi pra Imbituba acompanhar o WCT de surf e eu, depois da aula na pós, fui pra casa dela.
Depois acabamos vindo aqui pra casa e, com essa chuvarada, foi um tal de comer, papear, ver filme, dormir, comer, papear, comer, comer...
Aí hoje saí da asa da mãe e voltei pros braços do maridão. Ô, vidinha mais ou menos.
E boa semana pra todo mundo!

23.4.10

Mia, arranha o céu

Tem uma gatinha na vizinhança que a gente alimenta faz tempo, a "mãezinha". Uma fofa.
Essa noite, porém, deu vontade de esganar a bicha. Acordei lá pelas 4h com um berreiro daqueles, achei que era algum neném, mas era a danada no cio. Lá do sexto andar dava pra ouvir alto, imagina quem tava no térreo!
Pelo volume da gritaria, acho que teve fato consumado também. Umas duas horas de escândalo.
E eu tô um zumbi, no ponto pra encarar a aula da noite.
Precisamos dar um jeito de capturar a moçoila selvagem pra castrar. Senão daqui a pouco aparece mais uma ninhada. O problema é: como?

22.4.10

Mais sarna pra se coçar

Ontem assisti ao "Julie & Julia" e, como boa mulherzinha, adorei. Assim que acabou fiquei em dúvida entre blogar ou cozinhar e acabei optando pela opção B.
Só que ontem era feriado; hoje só me restou pedir uma pizza. Mas pelo menos tô aqui blogando. Aliás, inspirada pelo filme, me auto-desafio a escrever qualquer coisinha todo dia. Nem que seja estilo meu diário:
Hoje trabalhei das 10h às 19h30, tomei banho, fui pro pilates das 21h às 22h, comi a pizza, vim blogar e agora chega, vou dormir. Bonne nuit!

19.4.10

Perturbador

Assistimos no fim de semana ao "Contatos de 4º grau". Fiquei chocada em saber que muitos dos vídeos e áudios eram REAIS, inclusive com imagens gravadas a partir de viaturas policiais. Tema do filme: abdução.
Só que depois li na internet algumas "denúncias" de que os arquivos não seriam reais. Sei lá. Há muito mais coisas entre o céu e a Terra do que sonha a nossa vã filosofia.

Que medo.

14.4.10

A igorescência do ano

Ligo eu pro Igor pra convidar pra um almoço no fim de semana e me espanto com a mudança rápida de voz, depois de uns dias sem falar com ele. Segue-se o seguinte diálogo:

- MMM, Igor! Que voz grossa!
e ele, sem titubear, assim, na tampa:
- Isso porque ainda não visse o meu bigodinho!

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Desculpa, tá Igor? Perco o enteado mas não perco a piada.

12.4.10

O espírito da coisa



Faz dias que tô pra escrever sobre o filme "Chico Xavier", que assisti no feriado de Páscoa. Tava com medo do resultado, por vários motivos: uma produção global, um tema delicado, um público variado. A surpresa boa é que o filme é legal e bem resolvido.
Os autores tiveram algumas sacadas muito boas, como privilegiar algumas passagens da amizade do Chico com um padre da igreja católica e no final até incluir declarações gravadas do próprio Chico sobre a importância do trabalho da igreja. Em se tratando de Brasil, só esse trecho deve ter quebrado a resistência de muita gente. No Brasil o que mais tem é gente declaradamente católica que recorre ao centro espírita em busca de respostas. Dificilmente se dizem espíritas.
Tanto é que o filme bateu recordes históricos de bilheteria já na primeira semana.
A escolha do elenco foi muito feliz e a abordagem também. Achei que iam focar em fenômenos, aparições, drama, mas não.
Claro que pra quem leu o ótimo livro* em que o filme foi inspirado, fica faltando muita coisa. Mas eles mesmos "avisam" no começo que uma vida não cabe em um filme.

*As vidas de Chico Xavier, de Marcel Souto Maior

7.4.10

Caos no Rio

O depoimento do colega Alex Cunha traduz bem a situação:

"Noite de terror. Fiquei refém da cidade mal dimensionada pras chuvas. Na tentativa de mostrar isso fui eu também uma vítima. Carro da TV inundado, perda total. Equipamentos sem funcionar. Saída com água na altura do peito. Sete horas dentro de uma lagoa com correnteza violenta. Carros arrastados numa velocidade de máquinas de Fórmula 1. Na Pça da Bandeira, desespero imenso. Passou. Pra mim!"

5.4.10

Questà de referência



Domingão à noite fomos pra casa da minha sogra completar a orverdose de peixe-camarão-sobremesa do feriado. Cada um fez uma coisa, no melhor estilo panelada na mesa. Tirando os coroas (ou seja, nós) a média de idade não passava muito dos 20. Coisa boa a juventude, né? Nunca pensei que eu fosse dizer isso sem me incluir na frase.
Aproveitei o ensejo pra lembrar o Renan (esse barbudo aí do meio, que também é irmão do Gu por parte de mãe) que ele foi o primeiro (e até agora único) homem a me chamar de coroa. Estávamos almoçando um dia na casa do ex-padrasto do Gu, maior saladão e ele só no carboidrato.
A conversa foi mais ou menos assim:
"pôxa, Nan, já tá na hora de começar a comer salada, né?"
"ah, salada é coisa de coroa"
"Ué, mas eu como!"
"Então!"

E olha que isso já faz uns 10 anos...

Baixo astral?

Um amigo meu veio comentar que ultimamente só tem tragédia no blog. É, relendo dá mesmo essa impressão. Mas acho que é mais culpa do gatekeeper - a seleção das "notícias" que são ou não postadas. Coisa boa acontece o tempo todo. Basta acordar de manhã que já é o melhor sinal. O que acaba dando "Ibope" mesmo são as pequenas mazelas cotidianas. Mas vou me policiar pra não acabar deixando o blog com cara de jornal. Valeu o toque!
Aliás, tenho uma notícia óóóótima, mas ainda não posso contar...Não, não tô grávida.

Treze - igorescência de aniversário

Hoje, dia 5 de abril, o Igor faz 13 anos e entra oficialmente na adolescência! A aparência e a voz já dão sinais dessa nova fase. Ô, época boa!
Quando a gente se conheceu, ele ainda usava fralda. E hoje, aos treze, tem acesso a muito mais coisas que eu tinha nessa idade: toca violão, tá aprendendo guitarra, fala inglês, sabe tudo de internet, tá fazendo espanhol e cinema na escola. Atualmente tá "viciado" em Agahta Christie e descobrindo a discografia dos Beattles.
E ainda é politicamente correto. Sem falar que tem duas famílias que convivem em harmonia.
É um menino de ouro e tem tudo pra ser um homem brilhante.

2.4.10

Não teve graça

Meu primeiro de abril não teve graça nenhuma.
Amanheci umas 5h e fiquei pra lá e pra cá até pegar no sono de novo, lá pelas 7h30. Acordei tarde e já tava na hora de se arrumar pra almoçar no centro - porque eu ganhei folga, mas o Gu não. Depois do almoço fui ajudar minha mãe nuns lances que não deram muito certo. Aí fiz unha, depois sessão de tortura, digo, depilação. Se foi à tarde.
Às oito tínhamos combinado cinema com Frank e Lígia - o que era incompatível com a nossa aula d epilates (que tentamos em vão antecipar).
Quando chegávamos ao shopping, lembrei o Gu de uma coisa que tinha ficado no carro, pra trocar, e ele voltou pra buscar. E aí esqueceu o celular. Quem disse que a gente se encontrava depois? 15 minutos eu ligando até cair a chamada. Quando a gente se achou, o clima tava uó. Dei chilique e acabamos desistindo do cinema. Liguei pra fessora do pilates, mas já era. Perdemos a aula também. A parte boa foi ver o barrigão da Lígia e o casal passeando de mão dada.
Voltamos pra casa e lembrei porque eu e o Gu praticamente nunca brigamos: ele demooora pra fazer as pazes.
E agora, 5h30, tô aqui acordada de novo.
E o pior é que é tudo verdade.