25.12.10

Pode vir, 2011!

O Moacir Pereira publicou no blog dele e eu reproduzo aqui o texto do médico e escritor espírita Ricardo Di Bernardi. Concordo com tudo e mais um pouco!

“Mais um ano, 2011
Apenas uma marca, uma referência?…
Pouco importa! Nós acreditamos no progresso!

Reflexos atávicos?
Símbolos, arquétipos, condicionamentos, lugares-comum…
Pouco Importa! É um marco, um apoio aos nossos projetos!

Calendários e datas alteradas no decurso da história…
Até o horário da virada é o de verão. Diz-nos a razão!
Pouco Importa! Nós fazemos o tempo e a hora do nosso coração.

Há quem desejaria que mais um ano não viesse…
A velhice está chegando!
Pouco Importa! Há o futuro no sorriso dos netos!

Há problemas, dores, comemorações violentas…
Mais um ano de dificuldades?
Pouco Importa! Estou vivo, amarei a vida que é nobre e colorida.

Há quem desejaria fazer o tempo parar, voltar atrás…
O horizonte é escuro…
Pouco importa! Na luz do amanhecer estaremos sorrindo!

Há desmatamentos, poluição…
O que será do futuro?
Pouco Importa! A natureza é bela! Ecologistas e ONGS proliferarão!

Desmandos, corrupções, falsidade… Um sono milenar de infantilidade…
Em quem acreditar?
Pouco Importa! Já vemos que o homem desperta para a Justiça Social!

Festas de erros velhos com roupagem nova …
Por que nos enganamos?
Pouco importa! A cada tombo somos mais maduros e prudentes!

Homens sem escrúpulos tosquiam ovelhas inocentes…
Fazendo de Deus um triste comércio!
Não importa! A Lei Universal não está em livros, mas na consciência!

Gestos incolores de pálida compreensão…
Homens de mentes nubladas conduzem a sociedade?
Não importa! Estão aí as crianças de alma arco-íris e pensamento de cristal!

A felicidade não está fora, mas dentro de nós ! Feliz Ano Novo! ”

23.12.10

Tranquila, levo a vida tranquila

Uma brisinha fresca invade a sala enquanto escrevo e observo minha mãe e a prima dela preparando um risoto e um pudim assa no forno. O Gu abre um vinho branco pro risoto e a gente aproveita pra bebericar.
Antes caminhamos pela praia, dormimos, almoçamos pastel de camarão e peixe com pirão. Não sei que horas são, que horas vou dormir hoje ou acordar amanhã.
Estou de férias por dez dias. Só por isso valeu a pena ralar o ano inteiro. Obrigada, Senhor! E hoje é só o primeiro dia...

13.12.10

Tocando em frente



Tá chegando a hora de fazer o que eu já sabia que seria difícil. Dizer ao povo que não fico. Depois de quatro anos e quatro meses, voumimbóra da Secretaria da Fazenda. Vou porque quero e porque recebi um convite irrecusável, mas mesmo assim a despedida vai ser difícil.
Talvez por conta da instabilidade, da tensão constante, os laços que amarrei por lá ficaram apertados que só, e na hora de desamarrar sei que vou ficar toda amassada.

Quando cheguei, era uma ignorante completa no mundo das finanças públicas, e agora tenho o privilégio de saber um pouquinho de receita e despesa e muito de amizade, confiança, amadurecimento profissional e companherismo. Não vou pra muito longe, mas sei que depois de um tempo a gente acaba engolida pela rotina e não consegue manter o mesmo contato. Mas quero muito tentar levar pra vida fora dali o que aprendi ali dentro.

A minha grande sorte é que no novo trabalho também vou ter em volta pessoas que eu já conheço - da própria Secretaria - e vai ser muito bom. Vou pra Celesc, rumo à luz.
No meu lugar fica a competente colega Adriana Baldissarelli. Já estamos fazendo a transição, vou passar tudo o que puder. Ela é um amor, tanto que já se deu super bem com os colegas que eu já apresentei.
Mas que bate um ciuminho, ah, isso bate!
; )

E o título do post é o mesmo de uma música linda que eu gosto de ouvir na interpretação da Bethânia. Gosto principalmente da última parte:

Cada um de nos compõe a sua história, cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz, e ser feliz

Para o Maneco da Dinda

Amanhã, dia 14, é aniversário do meu afilhado, que conheci nenê e que vai se formar por esses dias. Sim, tô velha. Mas o que interessa é que ele virou um "menino" muito do bem. Escolheu uma profissão que infelizmente não tem um grande status: professor. E nisso ele apostou todas as fichas, ralou e hoje é um dos professores de cursinho mais desejados (em vários aspectos!) na nossa cidade natal, Santa Maria. Agora vai se formar em Letras/Português. Além de meu afilhado, ele é meu primo-irmão e filho da minha madrinha, que é minha tia e irmã da minha mãe. E pra ele eu desejo aquilo tudo que a gente pode querer de bom pra alguém. Apesar dos seus vintepoucos anos e do seu 1,75m (é isso?) ele sempre vai ser pra mim o Maneco da Dinda.
Como a gente tá na correria e quase não consegue se falar, reproduzo uma frase dele no msn esses dias: "não tempo pra nada mas ainda te amo". A recíproca é verdadeira.



(Mano e Mingau)

12.12.10

Agora sim

Depois de umas semanas emendadas de trabalho, nesse findi consegui descansar e colocar a vida em dia. Teve encontro de família, caminhada na praia, compras de natal, dormida depois do almoço. Tô pronta pra mais uma segunda-feira.

5.12.10

Ela é mais

Outra surpresa boa da semana foi conhecer ao vivo alguém que eu já admirava virtualmente. No seminário da pós-graduação tivemos a oportunidade de ouvir a Lígia Fascioni, que foi falar de identidade corporativa. Ela tem uma formação super eclética e tá lançando mais um livro. Além do conteúdo bacana, foi muito legal, particularmente pra mim, conhecer a "pessoa" Lígia: engraçada, carismática, estilosa, inteligente, diferente. E generosa - quase me encolhi de vergonha duas vezes: quando ela disse que era minha fã (!) e que eu era mais bonita ao vivo. Ah, Lígia, fã sou eu, e bonita é você: por dentro e por fora!

Sem cajado

Durante toda a última semana - desde o domingo passado até essa sexta - fiz parte de um trabalho intensivo de comunicação de um congresso nacional de fiscais aqui em Floripa. Além da assessoria de imprensa, que começou semanas antes, fechamos nesses dias uma revista de 56 páginas e nove boletins informativos. A equipe era formada por cinco jornalistas, sendo três redatores, um diagramador (o Gu) e um editor, que além de ser sósia do Zé Dassilva (quando o Zé era mais magrinho), é também editor do maior jornal do Maranhão, chargista e - pasmem - pastor.
Já tínhamos ouvido falar do Cabalau uns seis meses antes, na primeira reunião do evento, que ele seria o nosso coordenador, mas não sabíamos quem iríamos encontrar. Foi uma grata surpresa. Além de conduzir bem a equipe, sem afetação, sem dar "pití", ele nos mostrou uma forma muito interessante de falar de Deus: sem religião, apenas dando o exemplo. Não teve pressão nem pregação, apenas, no final, uma oração poderosa que deixou uma sensação muito boa.
Valeu, Cabalau, obrigada e até uma próxima. Acho que deixaste umas ovelhinhas aqui nessa outra Ilha (ele é de São Luiz).