27.2.09
Ainda bem que ontem foi ontem
Ontem tive um dia DAQUELES. Totalmente Perturbada e Monstruosa. Hoje estou uma florzinha, amor de pessoa. Beijo, me liga.
26.2.09
Na ponta da língua

Terça à noite assistimos Slumdog Millionaire (Quem quer ser um milionário), graças à minha sogra Bi. Como no Iguatemi a lotação estava esgotada, fomos ao Floripa. Chegando lá, maior fila. Como a Bi é uma sex(agenária), acabou conseguindo comprar os últimos ingressos na última fileira sem precisar enfrentar a espera na bilheteria. Valeu a pena e merceu os Oscars. O filme é lindo, lindo. Muito triste, mas inspirador e com atuações muito boas. Super recomendo!
24.2.09
Balanço de carnaval
Não foi booooom, bom, bom, bom. Mas foi bem bom. Pra dizer bem a verdade eu preferiria estar de ressaca. Mas, como não me programei com antecedência e, em cima da hora meu poder de convencimento foi fraco, acabamos tendo uma folia beeeeeeem light. Em resumo: "broco" de sujo no sábado com os amigos e algumas surpresas, como encontrar meu sogro de peruca e batom, junto com meu cunhado Rafa, e de termos levado o Igor junto pra testemunhar que muitos homens acabam sucumbindo, pelo menos uma vez ao ano, às delícias de se arrumar que nem mulherzinha. No final, ele, que já tava com dor no pé, ficou na mãe pra gente poder descer com o Sou + Eu até a Praça XV. Foi divertido, mas deixou um gostão de quero mais.
No mais, praia, praia, praia. Felizmente já somos nativos o suficiente pra saber fugir das filas e pegar sempre o contra-fluxo. Impressionantes as filas que se formam depois do meio-dia. Ainda no quesito praia, chamou a atenção a concentração gay no bar do Deca, na Mole. Fui caminhar na praia e passei em frente, só por isso acredito na quantidade de gente que estava lá. Pra não dizer milhares, falo em muitas centenas. Povo lindo e animado, demonstração contundente do gay power. Quem diria, hein, manezinhos, que Floripa seria a "meca-gay" do carnaval...com perdão do cacófato.
Além de praia, cinema. Vimos O curioso caso de Benjamin Button, lindo. E hoje, mais tarde, Quem quer ser um milionário. No DVD, o idiotíssimo Zohan. E o livro da Maitê (Uma Vida Inventada) vai que vai. Segundo do ano! Mais feriados, por favor.
No mais, praia, praia, praia. Felizmente já somos nativos o suficiente pra saber fugir das filas e pegar sempre o contra-fluxo. Impressionantes as filas que se formam depois do meio-dia. Ainda no quesito praia, chamou a atenção a concentração gay no bar do Deca, na Mole. Fui caminhar na praia e passei em frente, só por isso acredito na quantidade de gente que estava lá. Pra não dizer milhares, falo em muitas centenas. Povo lindo e animado, demonstração contundente do gay power. Quem diria, hein, manezinhos, que Floripa seria a "meca-gay" do carnaval...com perdão do cacófato.
Além de praia, cinema. Vimos O curioso caso de Benjamin Button, lindo. E hoje, mais tarde, Quem quer ser um milionário. No DVD, o idiotíssimo Zohan. E o livro da Maitê (Uma Vida Inventada) vai que vai. Segundo do ano! Mais feriados, por favor.
19.2.09
Morro e não vejo tudo
Depois de "ler" o jornal, o Nobu me pergunta o que é "broco" de sujo.
Expliquei direitinho que são os homens que se vestem de mulher, com roupa, maquiagem, acessórios, bebem um monte e vão pra rua desfilar. Ele ouviu atentamente, balançando a cabeça positivamente, bem devagar, e declarou:
"Eu preciso ir no "broco" de sujo".
Tô quase indo também, só pra ver...
Expliquei direitinho que são os homens que se vestem de mulher, com roupa, maquiagem, acessórios, bebem um monte e vão pra rua desfilar. Ele ouviu atentamente, balançando a cabeça positivamente, bem devagar, e declarou:
"Eu preciso ir no "broco" de sujo".
Tô quase indo também, só pra ver...
18.2.09
AFE!
Arrecadação, dívida pública, dívida ativa, investimentos, captação de recursos, fiscalização, custeio...
.........................
Não vejo a hora que chegue o DVD dos Trapalhões que eu encomendei...
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Não vejo a hora que chegue o DVD dos Trapalhões que eu encomendei...
16.2.09
E quem vai contrariar o Ruy?
Na Folha de hj, página A2.
RUY CASTRO
Quem são os animais?
RIO DE JANEIRO - Meu gato Fu Manchu, 6 anos, baixou hospital na semana passada. O que parecia uma infecção urinária revelou-se uma obstrução na uretra, provocada por cálculos na bexiga -cinco cristais intrometidos, que se alojaram ali para provocar agonia e dor. De repente, foi preciso operar. Durante alguns dias, fiquei privado de uma companhia que sempre me confortou, por amorosa e alerta.
Tanto em casa como na clínica felina onde o internamos, em Botafogo, pude sentir a entrega dos profissionais que o cuidaram. Já passei por muitos gatos e veterinários, e sempre achei que a relação entre eles era especial. Como, por deficiência humana, não somos capazes de dialogar com os gatos e perguntar sobre seus sintomas, o veterinário precisa de mais que ciência e sensibilidade para chegar ao problema e à solução.
Precisa, por exemplo, de humildade, para estar ali a tratar de um ser que, pelos padrões estabelecidos pelo homem, não pertence à escala superior deste mesmo homem. No entanto, o que se coloca em suas mãos, na mesa de cirurgia, é uma vida tão preciosa como qualquer outra -e que é cara aos que cuidam ou se deixam cuidar por ela. Sempre que entreguei um gato a um veterinário, torci para que este fosse o melhor ser humano que eu poderia ter escolhido naquele momento.
Daí que o trote selvagem aplicado há uma semana pelos veteranos de uma escola de veterinária em Leme, SP, num calouro -chutes, chicotadas, intoxicação alcoólica e ser lambuzado com fezes e com animais em decomposição- levou-me a pensar melhor nas relações entre humanos e animais. Fez-me perguntar: "Quem são os animais?".
Gostaria de saber os nomes daqueles futuros veterinários -para, nem por acaso, um dia, deixar um de meus gatos ao alcance de sua ferocidade.
RUY CASTRO
Quem são os animais?
RIO DE JANEIRO - Meu gato Fu Manchu, 6 anos, baixou hospital na semana passada. O que parecia uma infecção urinária revelou-se uma obstrução na uretra, provocada por cálculos na bexiga -cinco cristais intrometidos, que se alojaram ali para provocar agonia e dor. De repente, foi preciso operar. Durante alguns dias, fiquei privado de uma companhia que sempre me confortou, por amorosa e alerta.
Tanto em casa como na clínica felina onde o internamos, em Botafogo, pude sentir a entrega dos profissionais que o cuidaram. Já passei por muitos gatos e veterinários, e sempre achei que a relação entre eles era especial. Como, por deficiência humana, não somos capazes de dialogar com os gatos e perguntar sobre seus sintomas, o veterinário precisa de mais que ciência e sensibilidade para chegar ao problema e à solução.
Precisa, por exemplo, de humildade, para estar ali a tratar de um ser que, pelos padrões estabelecidos pelo homem, não pertence à escala superior deste mesmo homem. No entanto, o que se coloca em suas mãos, na mesa de cirurgia, é uma vida tão preciosa como qualquer outra -e que é cara aos que cuidam ou se deixam cuidar por ela. Sempre que entreguei um gato a um veterinário, torci para que este fosse o melhor ser humano que eu poderia ter escolhido naquele momento.
Daí que o trote selvagem aplicado há uma semana pelos veteranos de uma escola de veterinária em Leme, SP, num calouro -chutes, chicotadas, intoxicação alcoólica e ser lambuzado com fezes e com animais em decomposição- levou-me a pensar melhor nas relações entre humanos e animais. Fez-me perguntar: "Quem são os animais?".
Gostaria de saber os nomes daqueles futuros veterinários -para, nem por acaso, um dia, deixar um de meus gatos ao alcance de sua ferocidade.
Bom dia, boa tarde, boa noite
Segunda-feira, 16 de fevereiro...
Faz dias que não escrevo aqui e não tô me sentindo muito inspirada hoje também. Mas pela manhã tomei a primeira dose da poção da Marie, então logo, logo devo estar super-hiper-mega-über-animada. Ô, coisinha trabalhosa, hein, Marie? Fiquei com a mão rosa dois dias, de tanto cortar beterraba.
Outra amiga, a Mari, que AINDA não tem blog, mas cuja personalidade rende um livro, me mandou email hoje sugerindo comer vísceras, entre outras coisas, pra ficar "sangue-bom". Delícia, né?
Até lembrou o filme que assisti com o Gu sábado, chamado "REC". Alguém já viu? Não vejam.
Faz dias que não escrevo aqui e não tô me sentindo muito inspirada hoje também. Mas pela manhã tomei a primeira dose da poção da Marie, então logo, logo devo estar super-hiper-mega-über-animada. Ô, coisinha trabalhosa, hein, Marie? Fiquei com a mão rosa dois dias, de tanto cortar beterraba.
Outra amiga, a Mari, que AINDA não tem blog, mas cuja personalidade rende um livro, me mandou email hoje sugerindo comer vísceras, entre outras coisas, pra ficar "sangue-bom". Delícia, né?
Até lembrou o filme que assisti com o Gu sábado, chamado "REC". Alguém já viu? Não vejam.
11.2.09
Youkoso, Nobu
Tenho passado algumas horas das minhas manhãs com um japonês legítimo, que está no Brasil pra aprender português. Ele é funcionário de um grande banco do Japão, e diz que escolheram mandá-lo pra Florianópolis porque é muito seguro. Devem ter lido o NY Times...
Também disseram que aqui se fala muito rápido, e que se aprender aqui, fala em qualquer lugar. Isso é verdade. Imaginei o pobre tentando se comunicar lá na Barra da Lagoa.
Bom, o nome dele é Nobuhito (mas a gente chama de Nobu), e ele faz pesquisas pra mim na internet, sem cobrar nada, obviamente. Quando eu soube que ele vinha, confesso que me deu a maior preguiça...ter que conversar com alguém que não entende nada, no meio da minha correria...mas quando vi o dicionário português-japonês que ele carrega, tudo mudou. Gente, é MUITO difícil. Não se entende uma letra. Deu vontade de ajudar.
Em dois meses ele já se comunica bastante bem, porque faz aula particular 3h por dia. Tá encantado com tudo. "Pessoas muito alegres", ele diz. Já foi pra Salvador e São Paulo, mas diz que "aqui é paraíso".
Hoje cedo eu pedi pra ele me ensinar alguma coisa em japonês. O título do post, por exemplo, é "Bem-vindo, Nobu".
Também aprendi bom dia (ohayou), os famosos obrigado (arigato) e até logo (sayounara). Mas o mais engraçado eu achei o até amanhã. Pra decorar, imaginei a Jane de TPM incentivando o Tarzan a cometer um crime ambiental, agora não esqueço mais: mataashita!
Também disseram que aqui se fala muito rápido, e que se aprender aqui, fala em qualquer lugar. Isso é verdade. Imaginei o pobre tentando se comunicar lá na Barra da Lagoa.
Bom, o nome dele é Nobuhito (mas a gente chama de Nobu), e ele faz pesquisas pra mim na internet, sem cobrar nada, obviamente. Quando eu soube que ele vinha, confesso que me deu a maior preguiça...ter que conversar com alguém que não entende nada, no meio da minha correria...mas quando vi o dicionário português-japonês que ele carrega, tudo mudou. Gente, é MUITO difícil. Não se entende uma letra. Deu vontade de ajudar.
Em dois meses ele já se comunica bastante bem, porque faz aula particular 3h por dia. Tá encantado com tudo. "Pessoas muito alegres", ele diz. Já foi pra Salvador e São Paulo, mas diz que "aqui é paraíso".
Hoje cedo eu pedi pra ele me ensinar alguma coisa em japonês. O título do post, por exemplo, é "Bem-vindo, Nobu".
Também aprendi bom dia (ohayou), os famosos obrigado (arigato) e até logo (sayounara). Mas o mais engraçado eu achei o até amanhã. Pra decorar, imaginei a Jane de TPM incentivando o Tarzan a cometer um crime ambiental, agora não esqueço mais: mataashita!
9.2.09
ZZZZZZZZZ...
Boa nova # 2
Pelo terceiro ano consecutivo, Santa Catarina lidera o ranking de doações efetivas de órgãos para transplantes no País. Santa Catarina tem 16,7 doadores efetivos por milhão de população (D.E. p.m.p.), e é o único estado do País a ultrapassar, em todos os tempos, a marca dos 15 D.E. p.m.p. A maioria das captações em Santa Catarina é realizada em hospitais públicos, e todo o processo, mesmo quando envolve clínicas particulares ou hospitais conveniados ao SUS, é gerenciado pela SC Transplantes.
Em termos globais, utilizando-se como parâmetro dados de 2008, o desempenho de Santa Catarina na área de transplantes só é superado pelo registrado em quatro países: Espanha,Estados Unidos, Cuba e Uruguai. Nos últimos anos, o Estado quadruplicou os investimentos destinados à viabilização de transplantes, com recursos na casa dos R$ 12 milhões.
Desde 2005, mais de 500 coordenadores hospitalares de transplantes foram treinados e recebem acompanhamento dos técnicos da SC Transplantes. Esse investimento também permite que Santa Catarina ostente outro número expressivo. É o Estado que realiza o maior número de transplantes de fígado e rins com doadores falecidos, proporcionalmente à sua população. Isso representa uma economia em escala com reflexo em várias áreas, já que, além de ter muito mais qualidade de vida, quem recebe um órgão automaticamente desafoga outros serviços de saúde, como o de diálise.
Com informações da Secretaria de Estado da Saúde.
Em termos globais, utilizando-se como parâmetro dados de 2008, o desempenho de Santa Catarina na área de transplantes só é superado pelo registrado em quatro países: Espanha,Estados Unidos, Cuba e Uruguai. Nos últimos anos, o Estado quadruplicou os investimentos destinados à viabilização de transplantes, com recursos na casa dos R$ 12 milhões.
Desde 2005, mais de 500 coordenadores hospitalares de transplantes foram treinados e recebem acompanhamento dos técnicos da SC Transplantes. Esse investimento também permite que Santa Catarina ostente outro número expressivo. É o Estado que realiza o maior número de transplantes de fígado e rins com doadores falecidos, proporcionalmente à sua população. Isso representa uma economia em escala com reflexo em várias áreas, já que, além de ter muito mais qualidade de vida, quem recebe um órgão automaticamente desafoga outros serviços de saúde, como o de diálise.
Com informações da Secretaria de Estado da Saúde.
6.2.09
Boa nova # 1
Passo o dia com a TV ligada no trabalho, portanto, passo o dia ouvindo más notícias. É um festival de tragédias sem fim. Tenho certeza que tem muita coisa boa acontecendo e que merece ser noticiada, e vou tentar encontrar essas boas novas pra postar aqui de vez em quando. A vida é bela, embora não passe na TV.
A primeira boa nova é que em Floripa, a prefeitura, por meio da Coordenadoria do bem estar Animal, está oferecendo atendimento veterinário gratuito aos animais cujos donos comprovarem baixa renda. Aqui tem as informações.
Aproveito o ensejo pra lembrar que amanhã (7) tem CãoTerapia.
Manda uma boa nova também!
A primeira boa nova é que em Floripa, a prefeitura, por meio da Coordenadoria do bem estar Animal, está oferecendo atendimento veterinário gratuito aos animais cujos donos comprovarem baixa renda. Aqui tem as informações.
Aproveito o ensejo pra lembrar que amanhã (7) tem CãoTerapia.
Manda uma boa nova também!
Dialeto
A Mari contou uma de manezinho que merece registro.
Tava uma professora, amiga da mãe dela, no ponto de ônibus. Chega uma velhinha daquelas bem nativas:
- essiônx vai paúx?
- como, senhora?
- essiônx vai paúx? (repete a velhinha)
- desculpa, não entendi
e ela repete, só que dessa vez mais alto, mais devagar e agitando o guarda-chuva na mão:
- essi ônX vai pa ufXsc?
Quando a professora conseguiu entender e caiu na risada, as duas já tinham perdido o ônibus pra UFSC faX tempo...
Tava uma professora, amiga da mãe dela, no ponto de ônibus. Chega uma velhinha daquelas bem nativas:
- essiônx vai paúx?
- como, senhora?
- essiônx vai paúx? (repete a velhinha)
- desculpa, não entendi
e ela repete, só que dessa vez mais alto, mais devagar e agitando o guarda-chuva na mão:
- essi ônX vai pa ufXsc?
Quando a professora conseguiu entender e caiu na risada, as duas já tinham perdido o ônibus pra UFSC faX tempo...
5.2.09
Trocadames infilhos
- Ias morrer se tivesses aberto a caixa de correio hoje. Além de um monte de contas, tinha uma barata daquelas voadoras
- Uuuuuuuuuui! Bom, pelo menos pode ser sinal que as contas estão baratas.
- É, ou então que estão um doce...
- Uuuuuuuuuui! Bom, pelo menos pode ser sinal que as contas estão baratas.
- É, ou então que estão um doce...
4.2.09
É coisa pra se guardar
Que coisa boa que é amigo, né? A gente não deve satisfação, não tem cerimônia, só fica junto porque quer, tem afinidade. No meu trabalho fiz amizades lindas, e elas fazem TODA a diferença num dia a dia muitas vezes estressante. Fazem a gente dar muita risada e voltar com a corda toda pros afazeres.
E pode ficar dias, semanas, meses sem se falar. Quando é amigo mesmo, tá tudo igual, sem cobranças. Uma troca de emails com as amigas que estão longe, alguém que aparece de surpresa pra dar um abraço, a companhia diária pro almoço. Sem falar nos virtuais, que a gente nem viu e já se sente amigo. Essa semana, especialmente, tô muito bem servida de amigos. E parece que fim de semana tem mais.
Não tem preço.
Esse post é inspirado em ti, viu, João?
E pode ficar dias, semanas, meses sem se falar. Quando é amigo mesmo, tá tudo igual, sem cobranças. Uma troca de emails com as amigas que estão longe, alguém que aparece de surpresa pra dar um abraço, a companhia diária pro almoço. Sem falar nos virtuais, que a gente nem viu e já se sente amigo. Essa semana, especialmente, tô muito bem servida de amigos. E parece que fim de semana tem mais.
Não tem preço.
Esse post é inspirado em ti, viu, João?
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