16.10.06

Cara de pastel

Tem épocas que eu acho que sei alguma coisa, mas logo caio na real e constato que tudo o que sei é que nada sei. Principalmente em época de eleição. Me refiro principalmente ao jornalismo. Mesmo fazendo parte dessa raça complicada, confesso que acho cada vez mais difícil escolher o que ler. Qual o veículo menos comprometido?
Escolhas à parte, o fato é que não dá pra negar que a gente se influencia pelo que lê, ouve e vê, e acaba fazendo escolhas pelo ponto de vista de quem viu o que não vimos, ou que nem viu, mas diz que viu e a gente acredita.
É complicado mesmo.

5 comentários:

Jully Fernandes® disse...

Pior é quando as pessoas perguntam qual o melhor jornal ou a revista mais "honesta". hahahahahaha
Estudando jornalismo eu já passo por isso e odeio. Não gosto dessas perguntas dificeis!

Beijooss!

Raul disse...

A pauta é Jesus Cristo.
Daí, a pergunta feita dentro da "ética" das redações é: a favor ou contra?

Se segura!

Bj,
R.

Garoto Ultrajante disse...

Ah eu gosto da Contigo. Nada melhor.


Huhuhuhuh...

;)

Anônimo disse...

Aline,

Sem ser jornalista mas convivendo com três na família, eu acho que honestidade em jornalismo é: ou assumir suas posições, porque todos a têm, querendo ou não; ou criar um veículo com articulistas inteligentes de todos os matizes, tipo FSP.

Veículos que afirmam isenção para mim estão na verdade afirmando sua desonestidade.

Paulo Egídio

João Debiasi disse...

Oi Aline!
Qua tal o momento pós-eleitoral?
Seguinte, quanto ao tema aí sugerido:
Eu defendo que os jornalistas/articulistas escancarem suas tendências mesmo! É muito mais honesto ler uma revista que afirma: "olha gente nosso compromisso é com a tendência X e por isso vcs leitor já sabe o que vai encontrar aqui..." do que essa empulhação dos isentos!

BJOs!