26.5.08

Anitápolis – segundo capítulo

Em se tratando de vida real, nem tudo pode ser perfeito. Para chegar ao chalé, estrategicamente cravado no alto da mais alta montanha, precisávamos subir 121 degraus (segundo a contagem do Igor) cada vez que precisávamos entrar lá. Como não sabíamos desse detalhe, levamos bagagem de sobra. Então a primeira subida, cheia de mochilas, vocês deduzem como foi agradável.
Quando chegamos lá em cima, surpresa! Era tudo um quartão só. Nada de privacidade pro casal. Até aí tudo bem. O problema maior foi que a data da viagem coincidiu com aquele período que antecede os dias de Chico, a malfadada, a temida, a monstruosa...TPM.
Eu me controlei super bem, não agredi ninguém, mas tive meus momentos de limite quando, por exemplo, descobri que não pegava celular e que o telefone fixo da casa não funciona quando falta luz. E faltou luz.
Mas tudo bem, afinal, fomos mesmo pra desligar do mundo. E nada como uma trilha pra relaxar junto à natureza. Só não avisaram que o nível da tal “caminhada das nove quedas” era ultra-mega-puxado, principalmente pra quem não faz exercício há meses. Resultado: distendi as duas panturrilhas e tô com dor até agora.

2 comentários:

Mari disse...

Uiiii credo 2x!! Rs! Beijo!

Anônimo disse...

Cabral Vaz? Uai, conheci uma Beatriz Ângela Cabral Vaz... Algo a ver? A pousada em que ficaste era a do seo Gabriel e da Marilda? Acho que sim!
Cesáurio