25.1.10

Vai chegar visita!



Faz três anos que eles prometem, agora finalmente vão cumprir a promessa de vir pra Floripa e ficar aqui em casa. Quinta-feira vamos receber os cariocas Bianca e Flávio (na foto com Gu), que vem pela primeira vez pra Floripa e vão trazer a filhota Anita, que a gente ainda não conhece pessoalmente. Estamos ansiosos pra dar a volta à Ilha em quatro dias.
Quem também vem são meus primos gaúchos Raquel e Lauro/Mano (além de primo é meu afilhado, na foto tocando cavaquinho no Pântano do Sul), que já conhecem Floripa de cor mas sempre aproveitam como se fosse a primeira vez. Eles chegam antes e ficam mais um pouco.

Vai dar samba com churrasco!

Um dia de turistas



Depois do show na praia, dançamos mais um pouco, passeamos, tomamos banho de mar, aproveitamos o tempo pra ficar com os amigos queridos. Resolvemos ir embora lá pelas 21h, mas não dava pra sair nem do estacionamento, tamanhas as filas pra sair da praia.
Voltamos, ficamos mais de uma hora esperando sem banho de água doce - porque não tem chuveiro público - e sem comer direito, porque uma das poucas opções que achamos estava com o cardápio limitado.
Ainda assim, saindo depois das 22h30, ainda pegamos fila. Somando o tempo da parada pra comer um hambúrguer, chegamos em casa 1h da manhã.
E ainda assim valeu a pena. Beijos pros amigos que dividiram com a gente esse domingão. Bravo!

Foto: Franco Rodrigues (que eu vi subir no telhado pra trabalhar)

O cara é bom

Chegando na Brava ontem pra ver o show do Lenine, constatamos que, vaga pra estacionar, só em estacionamento privado. Deixamos o carro e quando fomos pagar os R$5 do guardador ele comentou: "pô, tá tudo lotado, esse Nanini deve ser bom mesmo".

20.1.10

Demorô!

Soube pelo twitter e fui conferir a matéria sobre a futura Escola Superior de Jornalismo. Coisa boa, tomara que aconteça e seja legal.
Enquanto isso, me matriculei numa Pós-graduação aqui em Floripa - que achei bem cara, mas espero que valha o investimento. Pelo menos é específica da minha área: especialização em gestão da comunicação pública e empresarial. Depois de 13 anos de prática, tô precisando de um pouco de teoria. Vou estudar sexta à noite e sábado de manhã. Mas é SÓ um ano e meio...

Embuste!!

Bah, ontem à noite fui ver Sherlock Holmes no cinema. Fazia tempo que não via um filme TÃO CHATO! Além de chato, escangalhou totalmente com o "espírito" do Sherlock verdadeiro, aquele dos livros. Verdadeira palhaçada, sherloquinho metido a ninja. Quem avisa, amiga é.

Só pra não encerrar resmungando, esqueci de contar que assisti ao Abrazos Rotos, do Almodóvar, com a maravilhosa Penélope Cruz. Esse sim, vale o ingresso e o tempo, é cinema de verdade.
E em casa, dia desses, vimos O Contador de Histórias, que retrata a vida do Roberto Carlos, aquele, que foi interno da Febem, foi adotado por uma francesa e hoje é um dos melhores contadores profissionais de história do mundo. Bem lindo.
Também pegamos o A Valsa de Bashir, documentário em animação, que parece bem legal. Digo parece porque dormi na metade. Mas diz o Gu que é mamamamamuito boMMM!!!

18.1.10

Guitar hero



Olha o que o Igor comprou depois de uma vaquinha natalina familiar.
Acho que já vou me candidatar a empresária.

Na Folha de Hoje

Haiti, Zilda Arns e nós
MARINA SILVA

CATÁSTROFES da magnitude da que atingiu o Haiti podem ter dois desdobramentos: o desfecho trágico, sacramentando o fim de um povo ou de uma nação, ou, pelo contrário, um grande recomeço. Já vimos exemplos assim.
Povos foram varridos por cataclismos e guerras. Mas, por outro lado, nações se ergueram mais belas, mais justas, mais fortes, após viverem a mais avassaladora destruição. Podemos citar como exemplo os países atingidos em 2004 por um terrível tsunami, o que levou à maior mobilização de solidariedade global já vista.
As imagens da capital haitiana são de aniquilação e desespero. Mas o espírito de solidariedade que tem condoído as pessoas pelo mundo ante a situação no Haiti aponta para esse outro desfecho, o da reconstrução e do recomeço.
Governos, agências humanitárias, ONGs, igrejas, empresas, doadores e voluntários de todas as nacionalidades se movimentam para salvar os haitianos não só dos efeitos do terremoto mas também da situação de miséria extrema. A onda de solidariedade terá que ser maior do que o abismo em que o Haiti foi lançado. E isso é possível.
A morte, no Haiti, da médica brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, pode apontar para esse recomeço. Morrer no país mais necessitado das Américas, onde lançava sementes de solidariedade, foi o desfecho de sua maravilhosa missão: nesses 27 anos, seu trabalho livrou do fim certo um número incalculável de crianças e mães. Assim, o capítulo final da vida de Zilda Arns pode representar uma espécie de chamado.
Pois quando perdemos alguém com a sua estatura, alguém insubstituível, só há a alternativa de muitos de nós somarem os esforços para manter sua missão em atividade. Simbolicamente, seu exemplo nos une ainda mais com o esforço para mudar a história daquele país.
Inspirador também o heroísmo dos soldados das Forças Armadas brasileiras que atuam na missão de paz das Nações Unidas. Imediatamente após o terremoto, eles já estavam em busca de sobreviventes, arriscando suas próprias vidas.
Não é difícil ouvir pelo Brasil que, se temos tantos problemas, não deveríamos dar tanta atenção a outro país. Mas a verdade é que socorrer o Haiti é responsabilidade de toda a comunidade internacional, e particularmente do Brasil, que lá mantém uma força de paz.
E ajudar vigorosamente o Haiti também nos trará benefícios. Estaremos mais bem preparados para lidar com nossos próprios problemas, tenham eles raiz na desigualdade social ou em causas naturais. Que saibamos responder ao exemplo de Zilda Arns, que, tendo feito tanto aqui, não se esqueceu dos que sofrem em outras nações.

contatomarinasilva@uol.com.br

MARINA SILVA escreve às segundas-feiras nesta coluna.

A gente ainda aguenta

Por causa do Datasurfe, o Gu foi convidado da Nova Schin pra área Vip do Planeta Atlântida, com direito a acompanhante (eu, obviamente). Sábado à noite, lá fomos nós.
A primeira e última vez que estivemos no Planeta foi naquela em que o palco veio abaixo (e nós quase ficamos debaixo dele). Depois disso, nunca mais. Como agora era camarote, resolvemos "perdoar" - e valeu a pena.
Nos levaram de van do estacionamento até a área vip e lá dentro não nos deixavam de copo vazio um minuto. Como fomos tarde, pegamos pouquinha fila pra ir e nenhuma pra voltar. Reencontramos uma galera de tempos atrás e, apesar de não sermos fãs de nenhuma das atrações, aproveitamos os sucessos da Ivete e do D2. Quando a música desagradava, dava pra conferir outros sons nas tendas menores. Bem legal mesmo.
Bonito de ver foi a multidão que acompanhava tudo de mãozinhas pra cima. E o nosso fôlego, claro. Curtimos e dançamos até altas horas, fomos dormir às 5h. Quem disse que os véinho num guenta?
Sobre o dia seguinte, prefiro não comentar...

16.1.10

Bora pra Pandora


Depois de tanta propaganda, dei o braço a torcer e fui assistir o tal do Avatar. Tirando o começo e o final chatos, cheios de militarismozinho americano, achei bem legal.
Visualmente nunca se viu nada igual antes da história desse planeta - só por isso já vale a pena ficar quase 3h sentada. Se o 3D já te dá aquela sensação de sonho, esse aí é 3D o tempo todo e os personagens tem uma expressividade impressionante. A protagonista é a coisa mais querida. As cenas dos vôos dos pássaros, da floresta à noite...lindíssimas!
Mas eu gostei também dos paralelos com a doutrina espírita - cada um vê o que quer, né? O Gu também comentou.
Coisas como existirem outras civilizações bem mais avançadas que a gente em outros lugares, que deixam os seres humanos parecendo ridículos ignorantes; o fato dos Avatares viverem conectados com a natureza, ouvirem os sinais que ela dá, de respeitarem os espíritos que convivem com eles.
Sem falar que os avatares foram nitidamente inspirados em gatos - ágeis, com olhões amarelos e até com aquele sonzinho de "risca-fósforo" pra espantar ou se defender.
Mas, mesmo sendo lindo, o filme é triste, porque é de guerra. Eu queria mesmo era ver essa tecnologia fantástica num filme com outra temática. Daqui a pouco aparece.
E pra quem tinha preconceito, como eu, recomendo.

13.1.10

Se pra fazer um samba com beleza...

... é preciso um bocado de tristeza, pra voltar a escrever no blog, é preciso uma TPM daquelas.
Como é que pode, sabendo de toda a tragédia lá no Haiti, eu ficar tão, mas tão irritada com uma calça amassada e uma falta de manicure disponível quando eu posso???
É horrível, mas hormônio bagunçado ninguém segura.
Se alguém falar comigo hoje, desculpas antecipadas.
Bj e não me liga.

5.1.10

Meu escritório é na praia

Nem sempre essa frase significa coisa boa, mordomia. Conversei ontem com uma colega que trabalha em TV, que me disse que não aguenta mais fazer matéria de praia. "Não tem mais assuntou, esgotou, já disse que se me derem pauta de praia de novo, não vou". Aí perguntei se o pessoal era resistente pra falar, se era preciso insistir muito. Porque eu, se tô na praia de biquíni e vejo uma câmera, fujo a nado até a ilha mais próxima. E ela me disse que não, que o povo só falta pedir pra falar. "Na maioria são turistas, quase sempre bêbados".
É, trabalho é trabalho, mesmo na praia.

4.1.10

Amizade. Sem ela não dá

Assistindo às matérias sobre as mortes causadas pelos deslizamentos lá em Angra, me chamou a atenção especialmente a morte dos 11 amigos de um grupo de 17 que estavam reunidos pra virar o ano. Imaginei o vazio que deve ser perder um monte de amigos de uma vez só.
Porque amigo de verdade, mesmo que a gente não veja muito, basta saber que está vivo e bem. Só isso já é um conforto grande. No caso dos de Angra, o conforto é acreditar que eles possam estar juntos em outro lugar, continuando a caminhada.
Aqui na Terra, mais especificamente na Costa de Dentro, bem no Sul da Ilha, tivemos a alegria de receber alguns dos nossos amigos: Frank, Elô, Magrão, Dauro, Alexandre, e o carioquíssimo Raul.
Além da honra da visita, ele me deu de presente um livro cômico da Hélène Bruller. Raul, passou de mão em mão e rendeu várias risadas pelas redes e cadeiras de praia. Só podia ser coisa de amigo.

Pronta pra mais um



Feliz ano novo, antes de qualquer coisa! Que 2010 seja do jeitinho que cada um quiser.
Hoje, dia 4, volto ao trabalho, mas não sem antes relatar as minhas férias. Na verdade, foi um recesso pra todo o funcionalismo público, 12 dias de break. Aproveitei cada um deles! No primeiro dia fomos pra uma casa alugada no sul da Ilha e ficamos até ontem, que beleza...eu, Gu, Igor e a minha mãe, com direito a visitantes ocasionais. Minha rotina se dividia entre banho de mar, caminhada na praia, andar de bicicleta à noite (minha parte favorita), fazer comida, comer, olhar o céu, dormir, acordar sem despertador... Um verdadeiro privilégio! Principalmente sabendo do caos que ficou o trânsito na cidade. Se fisicamente cansou um pouco, mentalmente foi uma limpeza total.
Depois desse intervalo de ócio laboral, tô pronta pra encarar o ano - que começou numa sexta-feira de lua cheia e é ano do Tigre, meu signo no horóscopo chinês!

A foto doida, by Gu, é da nossa virada na praia dos Açores.